O futebol que a seleção brasileira vem apresentando na Copa América está muito longe do aceitável. O trabalho de Dorival Júnior, apesar de ainda em estágio inicial, não mostra evolução, mesmo com o período de treinamentos para a competição nos Estados Unidos.

Contra a Colômbia, atuação do Brasil foi de doer os olhos – Foto: Rafael Ribeiro/CBF

No entanto, o mau desempenho no torneio não é o mais preocupante. O que menos importa é se o Brasil vai conseguir o título. A equipe canarinho está em sexto lugar nas Eliminatórias Sul-Americanas, pegando, no momento, a última vaga direta para a Copa do Mundo de 2026.

Colocação ridícula para o futebol pentacampeão do mundo. E não pense a CBF que não é possível piorar. A nossa geração, mesmo com alguns talentos individuais – e são poucos -, parece não ter casca para a pressão. Contra a Colômbia, na decisão do primeiro lugar do grupo na Copa América, levou um vareio. Foi dominada e nada mostrou de relevante.

CBF ajuda a afundar a Seleção

Vale destacar que Neymar, o maior talento, está fora do time. Porém, também é inegável que ele não atua em bom nível há muito tempo e parece ter se desligado da carreira profissional: optou por jogar no futebol saudita, ou melhor, em receber os zilhões oferecidos, já que se lesionou e praticamente nem entrou em campo por lá.

A CBF exagera nas bobagens: primeiro colocou Fernando Diniz como interino, garantiu ter contratado Carlo Ancelotti. Tiros na água. Acabou demitindo Diniz, passando vergonha com o não do italiano e recorrendo a Dorival, que parece perdido da convocação à escalação. Se for eliminado pelo Uruguai neste sábado na Copa América, será um leve tropeço diante de tantos resultados vexatórios nos últimos tempos. A competição pouco representa, mas ficar fora do Mundial…

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