Depois de entrar no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) pedindo a reconsideração da decisão que suspendeu a eleição do Vasco realizada presencialmente no sábado passado (7) e a remarcou para este sábado (14), de maneira online e presencial, Leven Siano, vencedor do pleito suspenso, entrou com duas ações nesta sexta-feira (13): um mandado de segurança para cancelar a eleição programada deste sábado e ainda recorreu ao Supremo Tribunal Federal para que a primeira eleição, por ele vencida, seja validada.

A relatora será a ministra Carmem Lúcia, que provavelmente pedirá mais informações ao STJ sobre o processo.

“No mandado de segurança estamos atacando a questão processual, pois o plantonista que decidiu pela suspensão não tinha competência. No STF a nossa reclamação é constitucional. A Secretaria Municipal de Saúde disse que poderia ocorrer as eleições presidenciais no dia 7”, disse Wadih Damous, um dos advogados de Leven Siano, alegando que houve jurisprudência, pois o STF autorizou as eleições municipais desde que os procedimentos para evitar a propagação da Covid-19 fossem cumpridos e que o Vasco realizou todas recomendações sanitárias.

Candidatura retirada. Porém…

Por causa do imbróglio, Leven Siano retirou a sua candidatura. Outros dois candidatos saíram da disputa Sérgio Frias (Aqui é Vasco, que considera a eleição de 7/11 válida) e o atual presidente vascaíno, Alexandre Campello. Com isso, apenas Jorge Salgado (Mais Vasco) e Julio Brant (Sempre Vasco) participariam da eleição.

Mas há um adendo: segundo o estatuto do clube, a retirada da candidatura como fez Leven Siano não é reconhecida. Afinal, somente quem pode retirar a candidatura são os subescritores da chapa de Leven (a Somamos). Logo,  mesmo  dizendo que está fora do pleito, sua candidatura permanece legitimada. Ou seja: Leven Siano poderá concorrer.

E a novela continua…

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