Nesta semana, o presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), Alejandro Domínguez, está em viagem ao México por conta de homenagem recebida no país. O dirigente passou a dar nome a um dos campos na Universidade do Futebol, usado como centro de treinamento do Pachuca. Assim, a presença do mandatário da entidade que rege o futebol na América do Sul despertou um questionamento: a volta dos clubes mexicanos para a disputa da Libertadores. E Alejandro foi bastante objetivo em sua resposta.
Na sua análise, o único obstáculo existente para que as representações do México voltem ao torneio hoje disputado somente por sul-americanos é a vontade e disposição dos próprios clubes bem como da Concacaf.
“Não é uma questão da Conmebol, é uma questão da liga. Para nós, o México faz parte da Conmebol, porque eles eram membros plenos, mas pediram para se retirar com uma permissão. Isso depende estritamente do México e da Concacaf. Ninguém precisa de um convite se for membro pleno. Foi o México que enviou uma carta, mas, no dia em que eles tomarem a decisão (de voltar à disputa da Libertadores), eles terão uma porta aberta.”
A última participação das equipes do México na Libertadores foi no ano de 2016. Em duas oportunidades, clubes do país chegaram à decisão com Cruz Azul (2001) e Tigres (2015). Porém, nos dois casos, acabaram derrotados nas decisões contra Boca Juniors e River Plate, respectivamente.
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