A reunião do Conselho deliberativo do Vasco, realizada na noite desta terça-feira, que deveria aprovar o orçamento para o futebol do clube, foi suspensa antes do fim e será retomada apenas em janeiro. Tudo por causa de acaloradas discussões e alguns erros na apresentação, como a não inclusão de pagamento Regime Centralizado de Execuções (o RCE,  que serve para renegociação de dívidas trabalhistas e cíveis). Neste orçamento, a diretoria do Vasco indicou que a folha salarial do futebol do Cruz-Maltino será de R$ 3,8 milhões.

Documentos detalharam o custo com a folha salarial do futebol em 2021 e a projeção para 2022 – Reprodução

Este valor é ligeiramente maior ao último trimestre (R$ 3,7 milhões), porém, inferior ao que estava orçado em janeiro (R$ 6,7 milhões).

– A gente pegou o pico da folha desse ano. A ideia é, dentro do possível, com a estabilização do clube, aumentar. Esses R$ 3,8 milhões estão acima do que a média dos times que conseguem o acesso – disse o vice de finanças Adriano Mendes.

Outro ponto de discussão. O clube prevê receitas de R$ 173 milhões e gastos de R$ 235 milhões, o que já configura déficit caso não ocorram injeções financeiras de novos parceiros.

A situação gerou críticas da oposição ao presidente Jorge Salgado.

O Vasco segue com o mesmo planejamento financeiro de sempre: renegociar dívidas, alongar pagamentos e não pagar. Como diz a música : eu vejo o futuro repetir o passado. No Vasco nada mudou” disse Leven Siano.

Já Roberto Monteiro criticou o fato do Vasco não aprovar o orçamento e que o presindente deveria pedir para sair
“Já vi tudo no Vasco, mas essa gestão hj conseguiu não aprovar um mero orçamento. Salgado, sua batata está assando. Melhor preparar a carta de renúncia”.

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